Cirurgia bariátrica: tipos, aqueles que podem fazer e preços

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O que é a cirurgia bariátrica?

A cirurgia bariátrica reúne um conjunto de técnicas de redução de estômago para a redução do peso. O procedimento é feito quando a atividade física não causa mais efeito no paciente obeso, na necessidade de uma intervenção médica. Além disso, é reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina.

A obesidade é uma das condições de saúde mais prevalentes do século vinte e um. Este é, pois, embora seja associada a fatores genéticos, é também um reflexo de hábitos que está ganhando cada vez mais espaço: a alimentação desequilibrada e o sedentarismo.

De acordo com dados a partir de 2017, do Ministério da Saúde, uma em cada cinco pessoas no Brasil estão acima do peso. A prevalência do problema passou de 11,8% para 18,9%. O aumento no número de pessoas com excesso de peso, também resultou no aumento da demanda por tratamentos abs, por exemplo, a cirurgia bariátrica, cujas indicações e riscos vamos explicar melhor abaixo.

Outros nomes: redução de estômago, a gastroplastia, cirurgia da obesidade.

Indicações

A cirurgia bariátrica é destinado para o tratamento da obesidade e doenças agravadas por doença ou associada com excesso de gordura corporal. Em geral, a cirurgia bariátrica é considerada como uma alternativa segura de tratamento para a obesidade. “Nossa única ressalva aparece quando o paciente pensa a redução de estômago como uma primeira alternativa para perder peso, descartando a importância da dieta e da atividade física”, diz o cirurgião Ricardo Cohen, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica.

De acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a cirurgia é indicada para pacientes com índice de massa corporal (IMC) maior ou igual a 40 ou IMC entre 35 e 40 com, pelo menos, duas complicações.

“Diabetes ou intolerância à glicose, hipertensão, colesterol alto, doenças cardiovasculares, osteoartrite grave, doença de refluxo gastroesofágico, doença pulmonar e/ou apnéia obstrutiva do sono e a esteatose hepática não-alcoólica, são os problemas mais comuns relacionados com a obesidade”, diz a endocrinologista Denise Duarte Lezzi, do Hospital Sírio Libanês.

Que é, esta cirurgia é indicada para pessoas com obesidade, e não apenas de excesso de peso. “Para aqueles pacientes que têm IMC abaixo de 35, mas não tem doenças associadas, deve, sem dúvida, tentar o tratamento clínico antes, as chances de obter resultados razoáveis”, explica o cirurgião Ricardo Cohen.

Indicar as operações bariátricas, sem a necessidade de impor um desnecessário risco de complicações, sem a vantagem de resultados satisfatórios em relação à perda de peso. “Para operar os indivíduos acima do peso, não só não trazer boa perda de peso e, se ocorrer, não são de longa duração, por várias razões fisiológicas”, conclui Cohen.

Bariátrica em adolescentesA cirurgia bariátrica também pode ser feito por adolescentes. Mas esta alternativa só deve ser considerado se o tratamento clínico com mudanças de estilo de vida falhar. De acordo com o Ministério da Saúde, a idade mínima para realizar o procedimento é de 16 anos, desde que o paciente corre o risco de vida por conta da obesidade.

“Abaixo desta idade, se houver indicação, deve ser amplamente discutido pela equipe multidisciplinar que atende o paciente e deve incluir um pediatra, endocrinologista, psiquiatra, psicólogo e cirurgião”, diz Ricardo Cohen.

É de extrema importância que assim como a equipe do hospital como a família ter uma compreensão completa sobre a cirurgia e o compromisso com a mudança de estilo de vida para garantir o sucesso do tratamento.

ContraindicaçõesA Sociedade Brasileira de cirurgia Bariátrica e Metabólica, esclarece que em algumas situações o paciente não deve realizar o procedimento cirúrgico, tais como:

  • IMC entre 25,1 e 29,9 sem a presença de complicações relacionadas ao excesso de peso
  • Deficiência intelectual significativa
  • Pacientes sem suporte familiar adequado
  • O quadro de transtorno psiquiátrico não controlado, incluindo a continuação do uso de álcool ou drogas ilícitas
  • Doenças genéticas.

Tipos

O Conselho Federal de Medicina regulamentada 4 tipos de operações, são eles:

Gastroplastia em Y de Roux (GYR):

Também conhecida como Bypass Gástrico, diminui para 10% da capacidade do estômago, restringindo a quantidade de comida ingerida e evitando estes alimentos para a primeira porção do intestino, chamado de duodeno, até a porção intermediária do corpo, chamados de jejuno.

Desta forma, há uma redução do hormônio grelina, responsável pela fome e a liberação de hormônios próprios do intestino, que promove a saciedade. Com ele, o apetite do paciente é reduzido quase sem diarréia e desnutrição, obesidade e doenças relacionadas com o show rápida melhora. Os riscos incluem fístula, embolia pulmonar, e as infecções. Esta cirurgia é de 75% dos procedimentos.

A gastrectomia vertical (GV):

Remove de 70 a 85% do estômago do paciente, transformando-o em um tubo estreito. Desta forma, há uma redução do hormônio grelina, associado com a fome e a absorção de ferro, cálcio, zinco e vitaminas do complexo B não é afetada.

Se isso não funcionar, ele pode ser transformado em Bypass Gástrico ou Derivação Bileopancreática, mas não é reversível, como a Banda Gástrica. Além disso, por envolver procedimentos mais complexos, também está associado a um maior risco de complicações. Corresponde a 15% dos procedimentos.

Derivação Bileopancreática (DBP):

É uma combinação de manga Gastrectomia, com 85% do estômago removido, com desvio do trânsito intestinal. Esse desvio faz com que o alimento venha de um jeito e os sucos digestivos (bile e suco pancreático) venham por outro e está apenas a 100 cm finais do intestino delgado, inibindo a absorção de calorias e nutrientes.

A vantagem é que a técnica permite maior ingestão de alimentos, reduz a intolerância alimentar e promove maior perda de peso. Por outro lado, pode ocorrer desnutrição em graus variados de intensidade ao longo do tempo. Diarréia, flatulência e deficiência de vitamina a também são comuns. A Derivação Bileopancreática corresponde a 5% dos procedimentos.

Banda gástrica ajustável:

É um dispositivo de silicone é colocado no início do estômago. Ele está ligado a uma espécie de reservatório no qual é possível injetar água destilada para apertar mais o estômago ou esvaziar para aliviar a restrição. A vantagem do método é o fato de que pode ser reversível, pouco invasivo, o que reduz a mortalidade, e permite fazer ajustes em uma base individual.

Por outro lado, existe o risco de rejeição da prótese ou a infecção e perda de peso é muitas vezes insuficiente para a saúde do paciente é considerado estável. É insuficiente até mesmo para pacientes com compulsão por doces, pessoas com esofagite de refluxo e hérnia hiatal volumosa. Corresponde a 5% dos procedimentos.

Exames para realizar a cirurgia De de acordo com a Sociedade Brasileira de cirurgia Bariátrica e Metabólica, é necessário que o paciente realizar uma série de exames antes de iniciar a cirurgia. Vale lembrar que o procedimento vai de acordo com cada indivíduo e o seu devido problemas de saúde. Os exames são:

  • Endoscopia digestiva
  • Ultrassom abdominal
  • Exames sangue.

Em casos selecionados, é solicitado também:

  • Prova de função pulmonar
  • Radiografia de Tórax
  • Polissonografia.

O paciente também precisa consultar com um profissional obrigatória:

  • Cirurgião Cardiologista
  • Psiquiatra
  • psicólogo nutricionista.

Cuidados antes do procedimento da cirurgia bariátrica

É fato de que, especialmente neste período, a alimentação deve ser equilibrada e sem exageros. O especialista Ricardo Cohen conta que a maioria das equipas multidisciplinares de cuidados para os pacientes de cirurgia bariátrica, pede-se que os pacientes manter a dieta líquida, 24 horas antes das intervenções.

Quem fuma deve parar de cerca de 30 dias antes da data da cirurgia para diminuir as chances de complicações pulmonares pós-operatórias. O problema é que, às vezes, é difícil de ser alcançado. Portanto, os peritos solicitar a redução do número de cigarros fumados, planejamento para intensificar os cuidados com a fisioterapia respiratória após a cirurgia.

O avaliação psicológica é importante, também, antes e após a bariátrica, para que ele tenha clareza do processo que irá apresentar e compreender se o tempo for apropriado, para além de permitir o diagnóstico de psicose, transtornos alimentares, ou dependência de álcool e drogas – todos os factores que podem interferir com o sucesso da cirurgia. “O apoio psicológico antes e após a cirurgia, vai dar o apoio necessário para o paciente”, explica a psicóloga Luciana Kotaka.

Entre os pontos discutidos, uma coisa muito importante a compreender é que a cirurgia não é o fim do problema com o peso, esclarece o especialista. “Desta forma, a preparação pré-operatória é um dos pilares que irão garantir o maior sucesso após o procedimento. Por esta razão, ao tomar esta importante decisão em sua vida, faça isso da maneira certa, procure orientação alimentar, emocional e físico, garantindo assim a qualidade de vida e a manutenção do peso”, conclui Luciana.

Como é realizada a cirurgia bariátricaDepois ser realizada uma avaliação completa da saúde do paciente, o profissional médico de formação e especialização em anestesiologia, com uma anestesia geral, em que o indivíduo.

Ricardo Cohen explica que a cirurgia bariátrica pode ser realizada através de cortes grandes, conhecida como cirurgia aberta ou convencional ou laparoscópica, quando pequenas incisões de 0,5 a 1,2 cm são feitas no abdômen do paciente.

Nesta segunda técnica, a cavidade abdominal é inflado com gás de dióxido de carbono para criar espaço. Assim, o cirurgião pode executar o procedimento com o auxílio de uma câmera de vídeo e instrumentos e grampeadores especiais. Além disso, as pequenas incisões requer uma menor manipulação dos órgãos intra-cavidade, consequentemente, a agressão cirúrgica é menor.

“Esses benefícios, além da menor intensidade de dor pós-operatória, como medido diretamente pelo menor quantidade de analgésicos consumidos por pacientes e coroando as vantagens, do hospital mais cedo e mais rápido retorno às atividades diárias”, acrescenta.

O médico que realiza a cirurgia?

Este tipo de procedimento deve ser feito por um cirurgião membro da Sociedade Brasileira de cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM). É possível verificar esta informação através do website da sociedade.

Duração do procedimentoDependendo da técnica, a cirurgia bariátrica pode durar entre uma hora e meia e três horas. É de extrema importância que o paciente siga todas as recomendações médicas de pós-operatório.

Tempo internaçãoSegundo geral cirurgião Ricardo Cohen, na maioria das vezes após o procedimento, o paciente vai direto para o quarto. Dependendo da gravidade das doenças associadas com a cirurgia, as primeiras 24 horas são gastas na Unidade de terapia Intensiva (UTI). O tempo de internação varia de 36 a 48 horas.

Dieta no pós-operatório da bariátrica

Normalmente o paciente é alimentado no primeiro dia do pós-operatório dieta líquida e dividir, de forma que há uma adaptação a uma nova vida. Com a orientação de um trabalho multidisciplinar, contando com o cirurgião, clínico e nutricionista, serão explicadas as formas e os tipos de itens alimentares lançado para esta primeira fase.

A duração da fase líquida é de 7 a 10 dias, permitindo-lhe, em seguida, avançar para a dieta mais cremoso/pastosa, e em torno de 25/30 dias após a cirurgia, uma transição para a comida normal.

Desde a primeira semana, os pacientes em pós-operatório deve iniciar a suplementação com a vitamina, o que é necessário, como não há a ingestão de uma menor quantidade de alimentos, como a gastroplastia em Y de Roux não é uma má absorção de nutrientes importantes.

Também nas primeiras 3 semanas, prescrito antiácidos como a ranitidina, na forma líquida, para diminuir efetivamente a taxa de formação de úlceras no novo estômago. O uso deste tipo de droga, associada a pequenas modificações da técnica operatória trouxe esse índice em torno de 1%.

Cuidados após a cirurgia

Cohen explica que mudanças na dieta são fundamentais para a perda e manutenção de peso. “Uma alimentação desequilibrada contribui para o desenvolvimento da obesidade”, diz ele. Isso não significa que o paciente deve apenas reduzir a quantidade de comida ingerida, mas, principalmente, você deve alterar o menu. Incluir mais frutas e verduras, além de limitar o consumo de hidratos de carbono e alimentos gordurosos.

“Eu recomendo que você pratique exercícios aeróbicos, como caminhar ou andar de bicicleta, pelo menos, três vezes por semana, e exercícios para fortalecer os músculos, pelo menos, duas vezes por semana”, diz a endocrinologista Denise. A combinação contribui para o aumento do gasto calórico, mantém o metabolismo basal elevado e evita hematomas.

De preferência, a cirurgia bariátrica deve ser realizada apenas uma vez na vida. Em alguns casos é possível até mesmo encaminhar o paciente para uma nova intervenção, mas em outros, devido à técnica utilizada, torna-se mecanicamente impossível. Portanto, quando você receber a indicação para a cirurgia, para promover mudanças efetivas na sua dieta e começar a fazer exercícios físicos para que você receba o médico.

E se eu ganhar peso de volta?

É possível que o paciente re-ganho de peso após a cirurgia. De acordo com o endoscopista Jimi Izaques Bifi Scarparo, os primeiros 18 meses após a cirurgia constituem a fase de “lua de mel”, em que o paciente está muito motivado e perder peso gradualmente, vai acreditar que seus problemas com a obesidade têm sido resolvido.

Cerca de um ano e meio, o paciente entra na fase em que o peso se estabiliza e mantém-se estável por algum tempo. “Depois de um certo período de tempo, o apetite será crescente, o foco será perdido. É quando a compulsão e os velhos hábitos, pode tomar a direção novamente. Assim, o sucesso da cirurgia, começa a ser perdido”, explica o especialista.

Para quem passou por uma cirurgia e está com medo de voltar a gordura, preparamos um guia com algumas atividades que ajudam o paciente:

Exercícios de prática:

Técnicas que podem ajudar são a circulação dos pés e das mãos e a caminhada, o mais breve possível.

Exercícios de respiração:

É a chamada cinesioterapia respiratória. Eles são feitos com o padrão de respiração e exercícios que envolvem os membros superiores e até mesmo dispositivos que estimulam a respiração profunda.

Estilo de vida mais ativo:

Depois de começar a andar e fazer exercícios com o acompanhamento do terapeuta, o paciente continua a exercitar-se.

A academia:

A fisioterapeuta Juliana Franzotti explica que o treinamento com pesos, ou outro exercício que fortalece os músculos, é essencial, pois evita a perda excessiva de massa muscular, que pode acontecer em casos de perda de peso acelerada. Além disso, esta atividade pode ajudar a reduzir o excesso de pele e flacidez.

Se o ganho de peso venha, existem alternativas.

“Existe a possibilidade da realização de algumas técnicas, tais como, por exemplo, o plasma de argônio. No entanto, é importante que esses pacientes a entender que existe a necessidade de procurar um nutricionista especialista neste procedimento”, aconselha o nutricionista Gabriel Cairo Nunes, especialista em nutrição relacionados à cirurgia bariátrica e balão intragástrico.

Plasma de argônio é uma técnica endoscópica aplicada a várias situações em endoscopia digestiva, como, por exemplo, a hemostasia (parar o sangramento), a dissecção de tumores que obstruem qualquer órgão, cauterização de lesões sangrantes no trato digestivo e também para causar uma cura ou retração cicatricial em qualquer área do trato digestivo.

O procedimento a plasma de argônio é bastante seguro, com baixa taxa de complicações. No entanto, a técnica é destinada apenas para a cirurgia bariátrica Bypass. Que é, os outros 3 tipos de cirurgia bariátrica não pode ser aplicado para o método.

Saiba mais:

Plasma de argônio:

Vantagens do tratamento para perder peso

Possíveis complicações e riscos

Por mais que a cirurgia bariátrica é eficaz na perda de peso, recuperou os quilos perdidos pode acontecer em 50% dos casos. Além disso, a falta de acompanhamento-upthe psicológico e a crença de que só o fato de você ter feito a cirurgia bariátrica vai trazer a perda de peso são grandes inimigos nessas horas. “É um ledo engano imaginar que após a cirurgia, por mais mutilante que ele pode ser, não é possível recuperar o peso”, explica o nutricionista Gabriel Cairo Nunes.

Há, é claro, o reganho de peso natural da idade: “Portanto, a longo prazo após a cirurgia bariátrica, podemos definir reganho de peso controlada aquele indivíduo que reganha 20% ou menos do seu peso perdido, enquanto que recuperou excessivo é o que reganha 50% do peso perdido”, explica Cohen.

Os especialistas afirmam que as complicações mais comuns nos procedimentos, a cirurgia bariátrica e metabólica são os vazamentos de costuras (chamado de fístulas) e embolia pulmonar (o que é comum a muitas cirurgias e mais comum em cirurgias ortopédicas, por exemplo, que bariátrica).

Cohen explica que uma embolia pulmonar é evitado pelo uso de meias elásticas, compressores, mecânica dos membros inferiores e o uso de anticoagulantes. Já fístulas geralmente necessitam de reintervenção, por laparoscopia ou cirurgia aberta convencional e, recentemente, até mesmo por endoscopia, em casos selecionados. Outras complicações, como sangramento digestivo e, intra-abdominal, e até mesmo obstruções intestinais são menos freqüentes ainda.

A perda de cabelo também é um problema frequente. “Em qualquer forma de perda de peso, seja ela clínica ou cirurgia pode acontecer na perda de cabelo, geralmente, entre 6 e 8 meses de pós-operatório”, explica Cohen. Normalmente, este problema é de curta duração e com a estabilização do peso do cabelo melhora.

Outra complicação importante é que o paciente, pela frustração de não ser capaz de comer, você pode criar outros vícios: o consumo excessivo de álcool é o mais comum deles.

Dá para reverter o bariátrica?Raramente, a cirurgia bariátrica é invertida, porque não há nenhuma indicação clara e regulamentada para a reversão. O bypass em Y de Roux é reversível, mas é tecnicamente desafiador. Já a gastrectomia vertical não é reversível.

É necessário que o profissional de revisão de anatomia e cirurgia do paciente, através de exames de imagem. “Nos raros casos de indicação de reversão de operações, como eles são poucos em número, não há qualquer orientação sobre a melhor forma de fazê-lo”, diz Cohen.

Preços cirurgia bariátrica

Preço Cirurgia Bariátrica
Preço Cirurgia Bariátrica

O preço para a realização do procedimento varia muito de situação para situação, e pode chegar a cerca de R$ 40 mil. Além disso, o paciente precisa realizar uma série de testes antes da cirurgia, e cada um tem um preço diferente.

Para aqueles que têm seguro de saúde, você precisa saber quais os benefícios e limitações do plano oferece. Isto é, há planos que cobrem a totalidade dos custos, enquanto outros cobram uma porcentagem do valor gasto.

A cirurgia bariátrica por SUSVocê sabia que é possível aplicar para cirurgia bariátrica pelo Sistema Único de Saúde (SUS)? Para isso, o paciente deve procurar atendimento ambulatorial, perto de sua residência. O médico irá avaliar a necessidade de cirurgia para cada pessoa.

Se o procedimento cirúrgico é indicado, o especialista insere o paciente na Central Estadual de Regulação, em seguida, feito o encaminhamento para o Programa de Cirurgia Bariátrica pelo Dr. Cid Pitombo. O Ministério da Saúde e a secretaria de Estado da Saúde deve determinar as regras da fila.

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